segunda-feira, 7 de maio de 2012

22h57min

Fico te olhando. Gosto da tua vergonha pequeninha, e
Gosto do jeito que pegas no cigarro combinado com a xícara de café,
Teu sorriso com as pernas cruzadas.

O teu cabelo comprido combina, tudo combina,
O cheiro da tua pele com o meu,
Todo teu corpo, tudo encaixa. Tua mão na minha.

Minha mão na tua cintura, e como enrugas a testa.
Teu sapato engraçado e tolo.
Eu gosto do jeito com que seguras a cabeça com a mão.

Gosto como escutamos a mesma música.
Gosto de ver quando molhas a boca seca,
E a quantidade de açúcar certa no meu café.

Duas, dois, eu, você.

Eu vejo o pouco contigo, e esse pouco é tudo aquilo que eu gosto.
Eu vejo muito, e é esse muito que eu quero e que eu quis.
Fosse a primeira de muitas coisas, mesmo com o tempo escorrido.

Qualquer coisa pequena tua, fica bem comigo,
“Quaisquer.”

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Deu-se Tão Doce

"E é assim...
Pequena.
Tão doce....
Nem um pingo de amargor.
Foi tão natural, tão sem querer...
Foi quase.
Foi tudo.
E de repente já estava,
Ninguém falou, ninguém disse.
Não tiveram juras, apenas vontade.
Da minha que sempre aguçou.
A porta fechou e ali deu-se.
Fiquei sem entender porque demorou,
Mas fez sentido depois de um tempo.
Foi o tempo certo.
Nada de errado, muito parecido com roteiro.
Quem tinha escrito?
Não gosto disso, de escrito bastas os meus
Os meus e de mais alguns Caios, Clarices e Paulos.
Agora podemos ter os nossos na verdade.
Ah pra que tanto?
Esse negocio de satisfação não existe pra mim,
Te amo e deu, mesmo com o verbo vulgarizado.
O amor é meu, na verdade teu.
Ou melhor,
É NOSSO.
Se instalou posseiro, num lugar onde é frágil e algumas vezes duro.
Grande talvez.
Talvez não. É.
Cabe o teu por exemplo.
Perfeitamente.
É.
E dizem que é infinito ainda por cima.
Não sei generalizando,
Mas do meu? .... Ah esse eu tenho certeza."

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quatro De Outrubro

- Lá pelo dia 31 meus pais viajam..
Não que quando eles estão em casa tem algum problema...
Mas sei la...
Prefiro quando to sozinha.
Vou fazer uma jantinha pra você....
Ou um almoço...
Você decide...
Isso se você quiser, claro...
Pensa e se topar me avisa!

(...)


domingo, 23 de outubro de 2011

Você, apenas

Nada descreve você,

Ninguém além de mim poderá saber o quão bom é acordar com teu corpo no meu.



Uma felicidade que embriada de tao plena.




sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Melífluo

Tem de ser contigo.
Não quero que seja diferente...
Quero assim, é tudo tão lindo do teu lado;
É tão suave, melífluo
O toque, o cheiro
E o que não é passa a ser.
Promete-me que deixarás teus pulsos soltos pra mim?
Quero felicidade plena,
Promete-me que aquele colo sempre irá existir...
Não tenho medo do lado, me sinto imune,

Te quero tanto...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Amor, Amor.

Não preciso falar nada,
Dá pra ver dentro dos meus olhos, consegue?
Queria berrar pro mundo que é amor.
AMOR.
AMOR e não quero que ninguém entenda.

O muito compreendido não deixa segredos na alma.
O muito racional não esforça emoções.
O muito comum não intimida e nem muito menos desperta curiosidade.
O mundo fácil não deixa rastros.
O muito simples não atiça.
E o amor? E o muito amor é tão gostoso…..
Não peca, não teme, não entende, deixa segredos, força emoções intimida e desperta curiosidades, mata de saudade, mata de alegrias, e o rastro é certeiro. Atiça e como, ele apenas ta alí, sendo ele, e apenas ele.

AMOR.
AMOR.
E.
AMOR.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Além Do Gostar

É o gostar,
O gostar com um tico de companheirismo,
Uma pitada de mesmos gostos e personalidades tao diferentes,
É um tudo junto que se difere em tantas coisas.

Ela: calma,
Eu: impaciente
Ela: perfeccionista.
Eu: com meu jeito malandro.
Ela: pensa e faz.
Eu: faço e penso - na maioria das vezes.
Ela: me ensina.
Eu: tento aprender.

Consigo imaginar uma infinidade de coisas,
Uma casa branca,
Transbordada de paz e alegria,
Consigo imaginar-me sentada no sofá esperando a maquiagem ficar pronta,
E a demora infinita da feminilidade aguçada,
Me encantas, mi hermosa.

Tudo se encaixa tanto...
Nada se anula.
É tudo tão inexplicado...
Tão irracional.
Ela: ar.
Eu: fogo.

Explica algo?

(...)